Quando o assunto é inovação no entretenimento, poucos nomes têm chamado tanta atenção quanto o de Victor Vidal. Fundador de Isso Não É Uma Festa, ele conseguiu romper com a fórmula engessada das baladas tradicionais e dar vida a um movimento que vai além da diversão: uma celebração carregada de propósito, reflexão e experiências transformadoras.

Tudo começou em 2017, no Rio de Janeiro, em um cenário em que os eventos pareciam repetição uns dos outros. Casas de show diferentes, mas sempre com os mesmos formatos, os mesmos vídeos de divulgação e até as mesmas caras na promoção. Foi nesse ambiente de déjà-vu que Victor enxergou a oportunidade de propor algo disruptivo. “A gente queria fazer diferente. O mercado estava muito viciado e era preciso trazer uma nova energia. Então reuni pessoas que não eram do meio, cada uma de um canto do Rio, justamente para fugir da mesmice”, relembra.

E a diferença foi sentida logo de cara. Nas primeiras edições, a festa já surpreendia o público ao inverter papéis: os DJs não ficavam no palco, quem subia eram os convidados. O objetivo era claro: colocar as pessoas no centro da experiência. “Queríamos algo que não fosse só uma noite de música e bebida, mas sim uma vivência que despertasse algo dentro de cada um”, explica Victor.

Ao longo dos anos, o conceito só se fortaleceu. Isso Não É Uma Festa passou a ter temáticas que dialogavam com dilemas contemporâneos. Em 2019, a discussão girou em torno da inteligência artificial e seus impactos no mundo. “A IA é incrível, mas nunca vai substituir o coração humano. É isso que queremos mostrar: consciência pode andar junto com diversão”, afirma.

O que poucos imaginam é que os maiores desafios não estão apenas na criação dos conceitos, mas também na gestão de um projeto que cresceu muito rápido. Com sócios envolvidos, cada um trazendo sua visão e experiência, as discussões acabam sendo intensas e nem sempre simples de conciliar. Victor admite que a pluralidade de ideias exige paciência, mas também gera evolução. “Sempre nos organizamos de forma profissional, com funções bem definidas. E, claro, quando novas pessoas chegam, trazem novas formas de pensar. Isso pode gerar debates longos, mas no fim fortalece o projeto e nos ajuda a enxergar caminhos diferentes”, afirma.

Um dos diferenciais que ajudou a consolidar a credibilidade do evento foi o investimento em profissionalismo. Em vez de equipes amadoras, comuns no mercado de festas, Victor trouxe nomes experientes, acostumados a lidar com megaeventos como a Copa do Mundo e grandes shows em Copacabana. Essa estrutura permitiu que Isso Não É Uma Festa entregasse segurança, qualidade e um padrão elevado que chamou a atenção do público e de marcas parceiras. “A gente sempre foi pioneiro nas ativações de marca, trazendo experiências que surpreendem e engajam. Isso eleva o nível e mostra que dá para unir criatividade e profissionalismo”, explica.

Com uma base sólida e um público fiel, o futuro do projeto aponta para a expansão. Além do Rio, já estão confirmadas edições em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Vitória. E uma novidade empolga: a estreia no Carnaval. “Estamos definindo a data, mas a ideia é levar o conceito para essa época tão simbólica do Brasil. Vai ser especial”, adianta.

E para quem está em São Paulo, a espera já está quase no fim: neste sábado, dia 30 de agosto, a cidade recebe mais uma edição de Isso Não É Uma Festa. Será uma noite de cenografia grandiosa, ativações inéditas e full open bar, mas, como sempre, a proposta vai além. “Não vendemos apenas diversão. Abrimos caminhos para que as pessoas possam se reconectar consigo mesmas. Isso é o que move tudo”, resume Victor.

Isso Não É Uma Festa

Onde: São Paulo (local a ser revelado em breve)
Quando: Sábado, 30 de agosto
Horário: a partir das 23h
Ingressos: Compre aqui