O cantor e compositor carioca Mc Master, começou sua carreira em 2020, com o lançamento do single “Sobrenome”. No ano passado, deu início a um novo momento profissional e vem lançando inúmeras faixas de sucessos, como “A Cara do Golpe” e “Daquele Jeitinho”.

Apostando no funk, gênero musical em ascensão internacional, ele tem como grandes referências os representantes do ritmo que são das antigas. “Por incrível que pareça gosto muito do Sapão, gostava muito do Bonde dos Magrinhos, porque eu comecei no funk dançando, eu nem cantava (risos). Bonde do Tigrão, Os Hawaianos, Mc Marcinho, nosso eterno general, com letras conscientes, trazendo a realidade que a gente vive e entende. Tiro um pouco de cada um deles, ouço de tudo e de verdade vou aprendendo com essa galera. As maiores referências são os das antigas, não só os que cantavam melody, mas sim todos desde o bonde. Comecei a me envolver no funk porque eu dançava num bonde de funk, e o Bonde dos Magrinhos na época eram nossos padrinhos. Dançava num bonde chamado ‘Os cobiçados’, na época eu já escrevia as letras, mas não cantava e também fazia as coreografias. Foi quando coloquei meu pezinho no funk, em 2006/2007.”

O artista que possui mais de 2 milhões de reproduções nas plataformas digitais, aposta em músicas que retratam a realidade de muitas pessoas nas periferias do país com elementos do funk, tornando seus trabalhos musicais descontraídos e que conversam com a sua personalidade artística.